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Definições e critérios usados na base de dados

Para fins desta base de dados define-se, em acordo com a Convenção Internacional sobre Diversidade Biológica:

a) espécie nativa – aquela que se encontra na área de distribuição geográfica onde evoluiu e forma parte de uma comunidade biótica em equilíbrio;
b) espécie exótica – aquela que se encontra fora de sua área de distribuição natural, passada ou presente;
c) espécie exótica invasora – aquela espécie exótica que ameaça hábitats, ecossistemas ou outras espécies, causando impactos e alterações em ambientes naturais.

A base de dados nacional de espécies exóticas invasoras do Brasil inclui apenas espécies exóticas invasoras que já se encontram presentes no país. As espécies registradas encontram-se sempre relacionadas a pelo menos uma ocorrência geográfica no Brasil.
Os critérios básicos para a inclusão de espécies são: que estejam presentes no Brasil e tenham histórico de invasão registrado no próprio país ou em outra parte do mundo, geralmente em condições climáticas que propiciam a adaptação da espécie a algum tipo climático brasileiro. Pode haver exceções para espécies que tenham muitas características comuns a espécies exóticas invasoras e que ainda não estejam expressando comportamento invasor, mas sejam consideradas de alto risco para a diversidade biológica brasileira.
A base de dados contempla espécies exóticas invasoras de todos os grupos biológicos que tenham potencial de impacto sobre a diversidade biológica e/ou sobre ambientes naturais. Muitas vezes as mesmas espécies também geram impacto sobre a economia, sobre valores sociais ou culturais ou sobre a saúde humana ou animal, porém o foco desta base de dados são as espécies que têm impacto sobre sistemas naturais e sobre a diversidade biológica.
As espécies que constam na base de dados não devem ser consideradas como invasoras de forma homogênea em todo o país, pois sempre há um ou mais ambientes preferenciais para invasão. Por isso cada espécie está sempre ligada a ambientes e locais de ocorrência.
O sistema de classificação de ambientes terrestres utilizado é o Manual de Classficaçao da Vegetação Brasileira do IBGE, edição de 2012. As referências taxonômicas principais são o Missouri Botanical Gardens (www.tropicos.org) e o ITIS (www.itis.gov). Em cada ponto de ocorrência cada espécie é enquadrada em uma das seguintes categorias:

  1. Contida – quando sua presença está restrita a estruturas de uso antrópico, como laboratórios ou áreas de cultivo que não permitam o escape de indivíduos para ambientes naturais.
  2. Presente – quando a espécie se encontra no ambiente natural, em geral plantada ou cultivada, ou recém-introduzida, ainda sem evidências de reprodução ou dispersão.
  3. Estabelecida – quando a espécie se encontra no ambiente natural já com uma população viável, reproduzindo-se, porém apenas localmente, ainda sem dispersão ampla para outras áreas.
  4. Invasora – quando a espécie se encontra no ambiente natural, já em reprodução e em processo de expansão, seja inicial ou avançado, para outras áreas além do ponto onde foi introduzida.

Assim sendo, é importante que fique claro que uma espécie pode ser invasora num local, ainda estar em fase de latência (adaptação) em outro, e não ser invasora em ainda outro ambiente.
Os dados disponíveis vêm sendo coletados em todo o país desde o ano de 2003. A origem dos dados está em algumas centenas de pessoas (veja a lista de Contatos) que colaboraram ou colaboram com a base de dados nacional de espécies exóticas invasoras gerida pelo Instituto Hórus de forma contínua e voluntária.
Cada informação recebida fica sempre vinculada à fonte, ou seja, à pessoa que a forneceu e/ou a um trabalho científico. Se houver dúvidas, questionamentos ou necessidades de mais informação sobre algum dado, a fonte pode ser indicada ou consultada em busca de esclarecimentos. Esse vínculo tem principalmente o intuito de preservar a fonte da informação, reconhecer a autoria e valorizar o trabalho de cientistas e técnicos colaboradores.
Se você tiver dados sobre espécies exóticas invasoras para contribuir com a base de dados, por favor utilize a planilha disponível no site e envie para invasoras@institutohorus.org.br.
Se tiver dúvidas ou questionamentos, por favor escreva para contato@institutohorus.org.br.



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